O caminho para o lar de Genialidade é árduo,
É duro, pedregoso, longo.
A propulsão se torna irreal, ilegal,
A ou Imoral.
Genialidade sangra, Genialidade mata,
Genialidade fere, Genialidade afasta.
Nem é tão palpável,
Às vezes a própria duvida da sua existência, etérea.
Tenho em meus joelhos escaras,
Cicatrizes por todo corpo,
Feitas pela pretensão, de sê-lo.
Em possuir as damas desta poesia.
Possuo esta dama, deito-a em meu peito,
No cérebro minúsculo, que por si só,
Viveria eternamente o sendo.
A Genialidade me procura, fere.
A Genialidade se reconhece, vive,
A si própria se afasta, ou faz quimera,
Ou metamorfose, ou é parente muito próxima,
Irmã, quem sabe.
De outra dama, não tão querida.
Que atende pelo nome de Loucura...
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