E como diagnosticar tu, bacilo,
Que brotas de páginas e páginas,
Infiltra-nos peito de lágrimas.
E consome a todos esforços.
Vida vazia e medonha que és,
Que inflama e adormece, anestesia
O mais apaixonado coração.
Nos leva a amar o escarro,
Passado a cada módulo, dia.
Interna, em nós enterra.
O desejo de dissipar sua doença.
Colore, sem tinta, e em rosa e azul
Cora a face de não possuir-te.
Tu és bacilo, encontrado em meu ser.
Não há sequer tratamento,
Para tu que és feroz.
E come por dentro, apodrece,
O que de mim, resta humilde.
De Prudêncio e Bertolo em Meu Amores.
Nenhum comentário:
Postar um comentário