Perdão querida, não me retorne ao passado.
Não tenho mais a timidez, o tempo tratou de levar.
Desculpe-me, não sou mais aquele, que um dia,
Inocentemente a prometeu amar...
Pus a perna no mundo, descobri, cresci.
Desci do velha árvore, pus os pés no chão,
E me preparo para voar, ao infinito.
Um dia, talvez, volte.
Os dias da vida consomem-se, findam.
E ainda que fizesse sentido voltar, não quereria.
Estou exatamente no meu lugar, e é este.
Não estou só, tenho todo amor, tenho toda paz.
Não tente retornar o que está morto.
A morte enfim, leva ao esquecimento,
Que enfim leva-nos a renascer, e como fênix,
Que das cinzas reagrupa-se, e revive.
Não me espere, me esqueça.
Não irei mais voltar.
De Prudêncio e Bertolo em Meu Amores...
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