sexta-feira, 9 de novembro de 2012

10/11/12


Noite escura de chuva,
Intensa noite de chuva esparsa.
Espaço interno de crescente agonia.
E um adeus tão longo que dura,
Durante toda uma noite.

Madrugada calma e eterna,
Donde descansa minh'alma.
És escura como eu, 
És fria como eu.

E os acordes do violão,
Acordam os vizinhos, porém,
Acalmam a mente, me fazem.
Como música serena, em arrepios,
Leva-me à tranquilamente dormir.

Desculpem-me vizinhos,
Descuido meu, ruídos a estas horas.
É que insisto em permanecer alerta.
E retorno à minha natureza, de
Dormir apenas quando há sono.
E de não ter hora, horário.

E sinto, por entre os nervos,
E entranhas, e por baixo da pele.
E pela.
A madrugada agora é calma.


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