De tantos e tantos
e tantos, dias.
Como posso eu,
simples humano,
jovem,
interiorano.
Eu lá vou entender?
Entender enigmas,
segredos, mistérios
que todos os dias
descubro, mas
nunca decifro.
Mistérios
que novos são a cada dia.
Os mistérios dos olhos,
do corpo que me transporta.
Em seu carro,
engrenagem medonha.
Negros olhos, que mesmo antes
os conheci.
Perto está de quem conheço,
talvez o erro esteja aí.
Como posso eu entender
que mesmo tendo certeza,
ainda desejo duvidar
se a dúvida me der transporte,
a seu carro.
Prata.
O ouro dos tolos...
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