Fim de mais um semestre... Graças ao bom Deus que nos trouxe até aqui...
Guio-me
Por teus olhos abertos
Sobre a trêmula e ardente
Superfície das lágrimas.
De tantas coisas
É feito o mundo!
Entre escombros, espigas, dias e noites
Procuram os homens ansiosamente
O ramo de louro.
Quando, fatigados,
Próximos estão do limiar, do pórtico
Os homens deixam, à entrada
Suas mais queridas coisas.
E ei-los que apenas se incomodam,
E se interrogam,
Sobre o modo mais simples
De se despir e adormecer.
Verdadeiramente, à hora da morte, o homem só se importa em ser exatamente o que ele é...
O que somos nunca muda, quem somos muda sempre...
Raul de Carvalho em Meu Amores...
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