terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Despedida, mas denovo!

Mais uma vez a despedida,
minh'alma despida
encara o luto e o pranto.

Tantos dias que nem contar posso,
tantos meses, anos, vida.
Quem deu um pouco de sentido,
sentido sempre em falta.
Tão pouco tempo
tempo que parece tanto.

Será fácil a sua ausência,
tão fácil como viver se o ar
que respiro,
inspiro,
inspira.

De todos os males,
sofrer me fará ter denovo esperança,
esperar novamente os dias,
anos, vida.
Talita.
De todas as despedidas,
talvez uma se compare:
Quando me despeço de metade do que sou,
talvez a outra metade queira ir junto.

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