terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Mais um soneto.

Meu, seu, nosso,
sonho reinventado
por poeta desalmado.
Que nem descrever posso.

Dias sem fim,
noites de igual sabor,
Provas antigas de amor,
Regadas a outro sim.

Não te amo sei,
mas não me desproponho
Pelo contrário "proponho".

Quando tudo de desfaz
apenas o outro faz,
cantigas de amor em sonho.


Depois de muito tempo, outro soneto de minha autoria...

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