Na noite escura, da cidade da pedra escura,
Inauguro o óbito
Da minha nova visão.
Coloco o óculos,
Por pouco, o muito esforço, de ler.
Penso em todos, em todas.
As pessoas que neste ano,
Fizeram parte da minha vida,
Que o eu poético, poeta,
Descreveria em poucas palavras
Poucas frases, só uma. Tempo.
Ano de 2011, minha jornada,
Viagem a bordo da Pedra Negra,
Dos corações negros,
Dos olhos negros.
E no ciclo aterrorizante,
Aterrorizado vou à minha terra,
Terra qual fiz minha,
Amada não por ser terra, é desagradável.
Amada por tê-la feito minha.
2011 foi um ano, o ano,
Das minhas virtudes dos meus erros,
Do passado que volta e me fere a face,
Do futuro que é mais feroz, das esperanças, tentativas.
Hoje, daqui a pouco, sigo meu caminho,
Da Pedra Negra à Nova Morada.
Sigo deixando uma parte de mim,
Para encontrar a outra perdida tão distante...
De Prudêncio e Bertolo em Meu Amores! Adeus Itaúna, Morada que segue... Agora só ano que vem, esperando na vontade e bondade do Criador, de Cristo, Razão, início e fim de tudo!
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