Ser-me ei livre de mim,
Quando de olhos cerrados
a noite não findar
e os meus sonhos, desejos
e medos o tempo levar.
Não serei mais eu,
quem a tua face verá.
Todo o meu amor
jamais findará,
mas meu corpo inerte
não mais o demonstrará.
Ver-te-ei não mais
Sentir-te ei não mais
Amarte-te ei não mais.
Viverei não mais.
Quem sabe assim eu seja feliz...
Não sei porque, mas esses dias ando sendo muito inspirado pelo ultra-romantismo. Deve ser a TPM. kkkkkkkkkkkkkkkk. Voltando à seriedade, os últimos dias tem sido os mais ultra-românticos da minha vida, e assim sendo, não consigo explicar o porquê.
Mas fica a poesia, que escrevi na aula de endodontia dessa terça feira.
Nova vida, nova inspiração...
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