Sou um amante das estrelas,
Me tem em suas mãos,
Completamente.
São corpos sublimes, inertes.
E ao olharmos nos provam,
Provam por nosso sentido,
Sua etérea existência,
E mesmo sem necessariamente,
Ainda existir...
Estrelas são como pessoas,
Ainda existem, mesmo,
Ao deixar a terrena existência.
Estrelas são como amores, e sonhos.
Hoje sonhei que levava, você,
Para um lugar escondido, sozinhos,
Escuro e deserto.
E ao ter todo ambiente ao meu favor,
Tive primeiro vontade, e grande,
De lhe apresentar às estrelas.
De Prudêncio e Bertolo em Meu Amores
segunda-feira, 11 de março de 2013
terça-feira, 5 de março de 2013
Não vale à pena pisar.
O capim não foi plantado
nem tratado,
e cresceu. É força
tudo força
que vem da força da terra.
Mas o capim está a arder
e a força que vem da terra
com a pujança da queimada
parece desaparecer.
Mas não! Basta a primeira chuvada
para o capim reviver.
Manuel Rui em Meu amores.
nem tratado,
e cresceu. É força
tudo força
que vem da força da terra.
Mas o capim está a arder
e a força que vem da terra
com a pujança da queimada
parece desaparecer.
Mas não! Basta a primeira chuvada
para o capim reviver.
Manuel Rui em Meu amores.
Do fim
Falo do fim o fato eterno. Imutável.
Enfim, que o relato abstrai.
Me sinto mais louco, e perco
O total controle das faculdades. Ao ver-te.
Torno-me perigoso, com medo.
Procuro encontrar-te na noite,
Que ao dia, receoso me escondo.
Sou poeta do escuro, negro
A contemplo no tempo que passa, aproxima.
Ilusões que cultivo quando me deparo,
Como lunático que observa, e calcula,
E novamente se esconde e persegue, e se esconde.
Face a face devoro-te em sonhos,
E reviro suas entranhas, estranho.
Falo do fim. Do fim que programei.
O dia, a hora, o lugar, a arma, o álibi.
Do crime perfeito...
De Prudêncio e Bertolo em Meu Amores.
Enfim, que o relato abstrai.
Me sinto mais louco, e perco
O total controle das faculdades. Ao ver-te.
Torno-me perigoso, com medo.
Procuro encontrar-te na noite,
Que ao dia, receoso me escondo.
Sou poeta do escuro, negro
A contemplo no tempo que passa, aproxima.
Ilusões que cultivo quando me deparo,
Como lunático que observa, e calcula,
E novamente se esconde e persegue, e se esconde.
Face a face devoro-te em sonhos,
E reviro suas entranhas, estranho.
Falo do fim. Do fim que programei.
O dia, a hora, o lugar, a arma, o álibi.
Do crime perfeito...
De Prudêncio e Bertolo em Meu Amores.
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