"Vivemos com o que recebemos, mas marcamos a vida com o que damos."
Winston Churchill em Meu Amores...
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Esquecimento não!
Antes que caia no esquecimento,
aquilo que quero dizer.
Que eu mesmo esqueça
aquilo que não quero esquecer.
Antes que tudo se finde
antes que todo labor
escasseie.
Antes que a voz se cale
que o Monte se abale.
Digo, não por orgulho
mas para não esquecer
para que não seja sufocado
o que quero dizer.
Três são muito,
Quatro demais
Cinco impensável
dez inexistente.
Se todas fossem uma
um seria meu número
mas um é tão pouco,
e seis demais...
Espero que daqui a dez anos
um seja o suficiente
e dez demais...
Duas já foram, só faltam oito...
Emanuel Miranda em Meu Amores...
aquilo que quero dizer.
Que eu mesmo esqueça
aquilo que não quero esquecer.
Antes que tudo se finde
antes que todo labor
escasseie.
Antes que a voz se cale
que o Monte se abale.
Digo, não por orgulho
mas para não esquecer
para que não seja sufocado
o que quero dizer.
Três são muito,
Quatro demais
Cinco impensável
dez inexistente.
Se todas fossem uma
um seria meu número
mas um é tão pouco,
e seis demais...
Espero que daqui a dez anos
um seja o suficiente
e dez demais...
Duas já foram, só faltam oito...
Emanuel Miranda em Meu Amores...
a poesia está morta
mas juro que não fui eu
eu até que tentei fazer o melhor que podia para salvá-la
imitei diligentemente augusto dos anjos paulo torres car-
los drummond de andrade manuel bandeira murilo
mendes vladmir maiakóvski joão cabral de melo neto
paul éluard oswald de andrade guillaume appolinaire
sosígenes costa bertolt brecht augusto de campos
não adiantou nada em desespero de causa cheguei a imitar um certo (ou
incerto) emanuel miranda poeta de moravânia estrada
de ferro central do brasil
porém moravânia mudou de nome a estrada de ferro
central do brasil foi extinta e emanuel miranda parece
nunca ter existido
nem eu
Adaptação de José Paulo Paes em Meu Amores...
mas juro que não fui eu
eu até que tentei fazer o melhor que podia para salvá-la
imitei diligentemente augusto dos anjos paulo torres car-
los drummond de andrade manuel bandeira murilo
mendes vladmir maiakóvski joão cabral de melo neto
paul éluard oswald de andrade guillaume appolinaire
sosígenes costa bertolt brecht augusto de campos
não adiantou nada em desespero de causa cheguei a imitar um certo (ou
incerto) emanuel miranda poeta de moravânia estrada
de ferro central do brasil
porém moravânia mudou de nome a estrada de ferro
central do brasil foi extinta e emanuel miranda parece
nunca ter existido
nem eu
Adaptação de José Paulo Paes em Meu Amores...
Passarinho fofoqueiro...
Um passarinho me contou
que a ostra é muito fechada,
que a cobra émuito enrolada,
a arara é uma cabeça oca,
e que o leão marinho e a foca..
xô , passarinho! chega de fofoca!
domingo, 22 de fevereiro de 2009
Apelo para a moça de óculos...
Da tua distância, a realidade é míope:
As linhas inexatas e difusas
Só em ti ganham sentido. E até Calíope,
A musa mais sabida dentre as musas,
Pudesse, ficaria bem mais bela
Ornada com os óculos que usas.
Porque moça, há aí dentro das janelas
Um aquário em que as meninas, com seu nado,
Me encantam (de sereias que são elas...).
E o meu olhar, também sincronizado,
Mergulha e é pescado na armação
Que cobre esse teu mar esverdeado.
Não são muletas, máscaras, e não
Isolam o teu olhar do que vem vindo.
Mas sim frágeis molduras, onde então
É semirrevelado algo tão lindo,
Que é o teu rosto nesses óculos. Molhe-os
Com lágrimas de quem chora e está rindo
Até que eu possa enfim despir teus olhos.
Nossa... Há quanto tempo não escrevia para Meu Amores... Até tinha esquecido como era... [rs]
Mais uma vez, Meu Amores a todo vapor. Nova vida, nova inpiração.
As linhas inexatas e difusas
Só em ti ganham sentido. E até Calíope,
A musa mais sabida dentre as musas,
Pudesse, ficaria bem mais bela
Ornada com os óculos que usas.
Porque moça, há aí dentro das janelas
Um aquário em que as meninas, com seu nado,
Me encantam (de sereias que são elas...).
E o meu olhar, também sincronizado,
Mergulha e é pescado na armação
Que cobre esse teu mar esverdeado.
Não são muletas, máscaras, e não
Isolam o teu olhar do que vem vindo.
Mas sim frágeis molduras, onde então
É semirrevelado algo tão lindo,
Que é o teu rosto nesses óculos. Molhe-os
Com lágrimas de quem chora e está rindo
Até que eu possa enfim despir teus olhos.
Nossa... Há quanto tempo não escrevia para Meu Amores... Até tinha esquecido como era... [rs]
Mais uma vez, Meu Amores a todo vapor. Nova vida, nova inpiração.
Assinar:
Comentários (Atom)